Ta muito legal a narrativa... aguardo a sua vitória contra esses seres podres....
O clã dos Ironfists
Re: O clã dos Ironfists
Vyster, e quando vai entra a parte em que você paga as tropas mercenárias do Ironlich pra levarem uma surra dos Elfos?
Ta muito legal a narrativa... aguardo a sua vitória contra esses seres podres....
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Praying for a MeanSun
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Penteado - Posts: 827
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Re: O clã dos Ironfists
Não sei se essa parte dos elfos vai entrar em qualquer parte da minha historia
! Mas pode ter certeza que hj a noite eu termino essa campanha, só eu terminar de pintar um anão musician aqui 
GRAB AN AXE AND FINISH YOUR BEER!! NOW LET'S CUT OUT SOME GREENSKIN'S EARS!!
Prepare thyself for battle, steel yourself for slaughter and war-unending!
Prepare thyself for battle, steel yourself for slaughter and war-unending!
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Vyster - Posts: 725
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Re: O clã dos Ironfists
A Emboscada dos mortos
-Até a minha barba está suando general!- Reclamou um anão para Khilgar
-Acalme-se beardling! São apenas cala frios, já estamos chegando nos portões do caste...- E com uma horripilante gargalhada o exercito das duas raças pararam em suas posições, então o chão começou a abrir e dele surgir várias caveiras e outras criaturas do submundo.
-RECUEM! RECUEM!- Gritava o general humano, mas era tarde de mais, eles estavam mais uma vez cercados pelas criaturas sem vida.
A luta iniciara, a formação da Aliança estava no caos, os cavalos estavam assustados e desorientados com a confusão forçando com que a cavalaria e o general humano abandonassem centro da batalha. Mas a Aliança já tinha lutado contras esses inimigos, e sempre quando derrubavam uma caveira, estraçalhavam os seus ossos impedindo que as caveiras voltassem a se juntar. Felizmente a artilharia sempre ficará metros atrás do exercito em movimento, assim conseguiram ficar livres da emboscada, e se juntando com o general Ronard começaram a pensar em uma estratégia para salvarem seus companheiros de batalha e seu amigo anão Khilgar.
-Por Sigmar! Como salvaremos os nossos companheiros general?
-Sem pânico soldado, nós teremos que invadir o castelo para acabarmos com esse barão! Mas antes precisamos tirar Khilgar do meio daquele lugar. Vamos limpar as costas do nossos amigos soldados...CAVALARIA! SIGAM-ME! Artilharia! Quando vocês virem a flecha de fogo atirem na frente do nosso exercito para desorientar aquelas malditas caveiras!
E com a cavalaria sendo liderada pelo general Ronard Frarrend, eles iniciaram a sua carga contra as caveiras que impediam o recuo do exército encurralado da Aliança. Com uma poderosa carga pelos flancos das caveiras, os cavaleiros passaram por cima dos seus inimigos como slayers matam goblins numa fuga desesperada.
-RECUEM HOMENS! RECUEM!- Gritava Ronard enquanto passava pelo meio do exercito Aliado.
-Eu nunca recuarei de uma batalha!!!- Gritava Khilgar enquanto destruía com seus machados várias caveiras
- A teimosia anã é verdadeira como os contos dizem! Mas não temos tempo para isso- e pegando khilgar e jogando-o nas costas do cavalo, Ronard recuou com o resto da tropa para cima da colina aonde as artilharia, após ver a flecha em chamas, começara a disparar suas bolas de ferro em cima das caveiras, que se despedaçavam as centenas.
-AAAH! Como você pode me tirar daquela luta! Nós estávamos despedaçando elas como nunca!- Reclamava Khilgar
- Nós precisamos destruir o líder deles, ou essas caveiras nunca vão parar de ressurgir!- Afirmou Ronard
-Hunf, tem razão humano... Mas como passaremos pelas caveiras...
-Aonde estão suas maquinas voadoras? Tenho certeza que você falou que traria elas!
-Mas é claro!- E pegando uma pistola, atirou para o alto e da arma saiu uma estranha luz, era um sinalizador!
E das arvores surgiram vários girocopteros, e graças aos contos que esses castelos eram lotados com grandes cofres cheios de ouro, os mineradores embarcaram junto com os pilotos dos girocopteros para aproveitarem do ouro depois da batalha.
-Pelas barbas de Gurunir! Ragnar o que você está fazendo aqui!- Disse Khilgar surpreso
- Aye irmão! Viemos pegar o ouro do castelo, mas pelo visto ainda temos muitas caveiras presentes no local...
- Anões e sua sede por ouro.... mas vocês mineradores serão muito úteis! Vocês podem abrir caminho por baixo da terra até no castelo não podem?- Disse o general humano
- Aye general!
- HAHA! Muito bom! Vamos! Comecem a cavar irmãos! Eu acompanharei vocês com alguns longbeards enquanto meu amigo humano segura as terríveis caveiras no seu devido lugar, e os girocopteros darão cobertura para vocês!- Afirmou Khilgar
- Ótimo plano! Artilharia comecem a atirar! Vamos ocupar esses monstros!
E com os tiros de canhão inicializados, Ragnar, Khilgas, e os outros anões começaram a entrar por baixo da terra até o castelo do barão Sigfred Von Krusten.
Proximo episodio - Castelo Von Krusten
-Até a minha barba está suando general!- Reclamou um anão para Khilgar
-Acalme-se beardling! São apenas cala frios, já estamos chegando nos portões do caste...- E com uma horripilante gargalhada o exercito das duas raças pararam em suas posições, então o chão começou a abrir e dele surgir várias caveiras e outras criaturas do submundo.
-RECUEM! RECUEM!- Gritava o general humano, mas era tarde de mais, eles estavam mais uma vez cercados pelas criaturas sem vida.
A luta iniciara, a formação da Aliança estava no caos, os cavalos estavam assustados e desorientados com a confusão forçando com que a cavalaria e o general humano abandonassem centro da batalha. Mas a Aliança já tinha lutado contras esses inimigos, e sempre quando derrubavam uma caveira, estraçalhavam os seus ossos impedindo que as caveiras voltassem a se juntar. Felizmente a artilharia sempre ficará metros atrás do exercito em movimento, assim conseguiram ficar livres da emboscada, e se juntando com o general Ronard começaram a pensar em uma estratégia para salvarem seus companheiros de batalha e seu amigo anão Khilgar.
-Por Sigmar! Como salvaremos os nossos companheiros general?
-Sem pânico soldado, nós teremos que invadir o castelo para acabarmos com esse barão! Mas antes precisamos tirar Khilgar do meio daquele lugar. Vamos limpar as costas do nossos amigos soldados...CAVALARIA! SIGAM-ME! Artilharia! Quando vocês virem a flecha de fogo atirem na frente do nosso exercito para desorientar aquelas malditas caveiras!
E com a cavalaria sendo liderada pelo general Ronard Frarrend, eles iniciaram a sua carga contra as caveiras que impediam o recuo do exército encurralado da Aliança. Com uma poderosa carga pelos flancos das caveiras, os cavaleiros passaram por cima dos seus inimigos como slayers matam goblins numa fuga desesperada.
-RECUEM HOMENS! RECUEM!- Gritava Ronard enquanto passava pelo meio do exercito Aliado.
-Eu nunca recuarei de uma batalha!!!- Gritava Khilgar enquanto destruía com seus machados várias caveiras
- A teimosia anã é verdadeira como os contos dizem! Mas não temos tempo para isso- e pegando khilgar e jogando-o nas costas do cavalo, Ronard recuou com o resto da tropa para cima da colina aonde as artilharia, após ver a flecha em chamas, começara a disparar suas bolas de ferro em cima das caveiras, que se despedaçavam as centenas.
-AAAH! Como você pode me tirar daquela luta! Nós estávamos despedaçando elas como nunca!- Reclamava Khilgar
- Nós precisamos destruir o líder deles, ou essas caveiras nunca vão parar de ressurgir!- Afirmou Ronard
-Hunf, tem razão humano... Mas como passaremos pelas caveiras...
-Aonde estão suas maquinas voadoras? Tenho certeza que você falou que traria elas!
-Mas é claro!- E pegando uma pistola, atirou para o alto e da arma saiu uma estranha luz, era um sinalizador!
E das arvores surgiram vários girocopteros, e graças aos contos que esses castelos eram lotados com grandes cofres cheios de ouro, os mineradores embarcaram junto com os pilotos dos girocopteros para aproveitarem do ouro depois da batalha.
-Pelas barbas de Gurunir! Ragnar o que você está fazendo aqui!- Disse Khilgar surpreso
- Aye irmão! Viemos pegar o ouro do castelo, mas pelo visto ainda temos muitas caveiras presentes no local...
- Anões e sua sede por ouro.... mas vocês mineradores serão muito úteis! Vocês podem abrir caminho por baixo da terra até no castelo não podem?- Disse o general humano
- Aye general!
- HAHA! Muito bom! Vamos! Comecem a cavar irmãos! Eu acompanharei vocês com alguns longbeards enquanto meu amigo humano segura as terríveis caveiras no seu devido lugar, e os girocopteros darão cobertura para vocês!- Afirmou Khilgar
- Ótimo plano! Artilharia comecem a atirar! Vamos ocupar esses monstros!
E com os tiros de canhão inicializados, Ragnar, Khilgas, e os outros anões começaram a entrar por baixo da terra até o castelo do barão Sigfred Von Krusten.
Proximo episodio - Castelo Von Krusten
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Re: O clã dos Ironfists
Pra que escrever segunda se posso escrever agora
Castelo Von Krusten
-Estamos chegando general, só mais alguns poucos metros, e estaremos saindo dentro do castelo maldito
- Aye! Pensei que teríamos que ir até o antigo reino para encontrar esse castelo!
Depois de quase 1 hora cavando por baixo do campo de batalha, Khilgar e sua equipe estava finalmente chegando no temido castelo Von Krusten. Enquanto isso o campo de batalha estavam a todo vapor, com gritos de batalha, e um barulho ensurdecedor das cornetas diabólicas e dos gritos de tirar a alma das banshees. Porém o barulho que era mais notável era das espadas podres e enferrujadas batendo contra os escudos do império, sem contar com os gritos do general humano, que encorajava os soldados a lutar por Sigmar.
Os soldados do império lutavam ferozmente contra seus inimigos mortos, que voltavam da morte a todo o momento, foi então que o general humano Ronard percebeu que toda essa energia maligna que segurava os ossos de seus inimigos vinham de um mago numa carroça bizarra, dirigida por um ser sem vida e levada por cavalos quase transparentes.
-Tenho que destruir essa carroça e sua tripulação antes que meus soldados morram ou recuem....-pensou o general.
-HOMENS! Abram caminho para mim até aquela carroça! POR SIGMAR!!
Ouvindo a ordem de seu general, soldados do império que carregavam apenas uma grande espada deram carga em direção às tropas de esqueletos bem equipados que protegiam a carroça. E com vários ataques de suas enormes espadas, os humanos conseguiram quebrar a defesa inimiga e o general do império conseguiu subir em cima da carroça.
-MORRA CRIATURA SEM VIDA!
E com um ataque certeiro, Ronard arranca a cabeça do mago das trevas, fazendo com que o exercito do barão perca força.
Os anões finalmente conseguiram infiltrar o castelo despercebidos. Mas os anões nunca souberam ficar escondidos por muito tempo, e assim que entraram no castelo Khilgar gritou:
-AHAHA ACABEM COM TUDO E COM TODOS HOMENS!
E com a fúria de mil organ guns, Khilgar e os ironbreakers invadiram o castelo, destruindo tudo aquilo que já foi vivo até chegar no ultimo andar da torre do castelo, aonde o vampiro observava, em desespero, as suas criaturas voltando para o submundo e os humanos ganhando terreno.
Chegando na sala do vampiro, Khilgar sem perder tempo desafiou o vampiro para um duelo um a um, e com uma gargalhada diabólica o vampiro responde:
-Você acha mesmo que você tem chance contra mim! QUE VENHAM TODOS!!
-Vocês ouviram a criatura! ANÕES! ATACAAR
Porém antes dos anões chegarem ao vampiro uma grande luz saiu do vampiro, e quando a cessou, uma criatura monstruosa, parecendo um grande morcego, ficou no lugar do ser que uma vez foi morto.
-Pelos machados gêmeos de Grimnir! Que criatura horrenda é essa!
- Huahahahaha! Vejam minha forma original! Eu não sou um simples vampiro eu sou um Strigoi (Varghulf)! E vocês não têm chances contra mim!
- HÁ! É o que veremos criatura!
Porém a velocidade do barão era incrível, e também era a sua força, e com ataques rápidos com o uso de garras e dentes que penetravam as mais trabalhadas armaduras de Gromril, a criatura partia, lançava e cortava os anões como se fossem goblins. Mas Khilgar possuía uma força maior que qualquer anão no Reino, e quando viu sua unidade sendo massacrada por uma única criatura que nem arma usava, entrou numa frenesi que só a morte sua ou de seu inimigo pararia. E esperando o momento certo, Khilgar pulou nas costas da criatura e com o cabo do machado prendendo o pescoço da fera, tentou tira-la de perto de seus companheiros de clã.
-Me largue verme minúsculo! –gritou o vampiro, que se jogou de costas contra a parede quebrando-a e deixando os dois chefes do exercito sozinhos na parte de fora da torre, num duelo de vida ou morte.
Castelo Von Krusten
-Estamos chegando general, só mais alguns poucos metros, e estaremos saindo dentro do castelo maldito
- Aye! Pensei que teríamos que ir até o antigo reino para encontrar esse castelo!
Depois de quase 1 hora cavando por baixo do campo de batalha, Khilgar e sua equipe estava finalmente chegando no temido castelo Von Krusten. Enquanto isso o campo de batalha estavam a todo vapor, com gritos de batalha, e um barulho ensurdecedor das cornetas diabólicas e dos gritos de tirar a alma das banshees. Porém o barulho que era mais notável era das espadas podres e enferrujadas batendo contra os escudos do império, sem contar com os gritos do general humano, que encorajava os soldados a lutar por Sigmar.
Os soldados do império lutavam ferozmente contra seus inimigos mortos, que voltavam da morte a todo o momento, foi então que o general humano Ronard percebeu que toda essa energia maligna que segurava os ossos de seus inimigos vinham de um mago numa carroça bizarra, dirigida por um ser sem vida e levada por cavalos quase transparentes.
-Tenho que destruir essa carroça e sua tripulação antes que meus soldados morram ou recuem....-pensou o general.
-HOMENS! Abram caminho para mim até aquela carroça! POR SIGMAR!!
Ouvindo a ordem de seu general, soldados do império que carregavam apenas uma grande espada deram carga em direção às tropas de esqueletos bem equipados que protegiam a carroça. E com vários ataques de suas enormes espadas, os humanos conseguiram quebrar a defesa inimiga e o general do império conseguiu subir em cima da carroça.
-MORRA CRIATURA SEM VIDA!
E com um ataque certeiro, Ronard arranca a cabeça do mago das trevas, fazendo com que o exercito do barão perca força.
Os anões finalmente conseguiram infiltrar o castelo despercebidos. Mas os anões nunca souberam ficar escondidos por muito tempo, e assim que entraram no castelo Khilgar gritou:
-AHAHA ACABEM COM TUDO E COM TODOS HOMENS!
E com a fúria de mil organ guns, Khilgar e os ironbreakers invadiram o castelo, destruindo tudo aquilo que já foi vivo até chegar no ultimo andar da torre do castelo, aonde o vampiro observava, em desespero, as suas criaturas voltando para o submundo e os humanos ganhando terreno.
Chegando na sala do vampiro, Khilgar sem perder tempo desafiou o vampiro para um duelo um a um, e com uma gargalhada diabólica o vampiro responde:
-Você acha mesmo que você tem chance contra mim! QUE VENHAM TODOS!!
-Vocês ouviram a criatura! ANÕES! ATACAAR
Porém antes dos anões chegarem ao vampiro uma grande luz saiu do vampiro, e quando a cessou, uma criatura monstruosa, parecendo um grande morcego, ficou no lugar do ser que uma vez foi morto.
-Pelos machados gêmeos de Grimnir! Que criatura horrenda é essa!
- Huahahahaha! Vejam minha forma original! Eu não sou um simples vampiro eu sou um Strigoi (Varghulf)! E vocês não têm chances contra mim!
- HÁ! É o que veremos criatura!
Porém a velocidade do barão era incrível, e também era a sua força, e com ataques rápidos com o uso de garras e dentes que penetravam as mais trabalhadas armaduras de Gromril, a criatura partia, lançava e cortava os anões como se fossem goblins. Mas Khilgar possuía uma força maior que qualquer anão no Reino, e quando viu sua unidade sendo massacrada por uma única criatura que nem arma usava, entrou numa frenesi que só a morte sua ou de seu inimigo pararia. E esperando o momento certo, Khilgar pulou nas costas da criatura e com o cabo do machado prendendo o pescoço da fera, tentou tira-la de perto de seus companheiros de clã.
-Me largue verme minúsculo! –gritou o vampiro, que se jogou de costas contra a parede quebrando-a e deixando os dois chefes do exercito sozinhos na parte de fora da torre, num duelo de vida ou morte.
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Re: O clã dos Ironfists
A queda de Von Krusten
- Por Sigmar! Vencemos!! – Gritou Ronard para os seus soldados.
-General! Olhe no topo do castelo!
E olhando para o pico da torre negra, Ronard avistou duas figuras distorcidas, uma quase invisível e outra bem maior.
-O que será que é aquilo general?
- Pelo visto Khilgar conseguiu entrar no castelo....- derrepente aparece da entrada do castelo um anão correndo. Era Ragnar com um olhar de desespero.
-General! General! Rápido pegue um gyrocoptero e vá para o topo do castelo! Khilgar está lutando contra uma criatura horrenda!
Não é comum um anão pedir ajuda. E para Ragnar ter feito isso, a situação era mais que desesperadora. Ronard se assustou com um anão pedindo ajuda e desesperado, e sem perguntar o que tinha acontecido, sentiu que ele era mais do que preciso no topo daquele castelo. E pegando carona com um gyrocoptero, voou até o local da terrível batalha.
Khilgar estava com várias partes de sua armadura quebrada, e sem um machado, já que o mesmo estava preso nas costas do Varghulf, que, mesmo ferido em inúmeras partes do corpo, lutava sem sentir dor alguma. Segurando o seu machado com as duas mãos , num estilo de luta de um slayer, e com uma força incomum, Khilgar deu um golpe em um dos braços da criatura, arrancando-o e ficando coberto de um sangue grosso e escuro. E com um grito monstruoso, o vampiro mordeu um dos braços do poderoso anão, e balançando-o furiosamente jogou o anão no outro lado da arena. Graças a grande resistência a ataques físicos, Khilgar apenas quebrou o braço e deslocou o ombro, e mesmo com todos esses ferimentos ficou de pé. Meio cambaleante mas firme. O abertura no braço da criatura começou a se fechar graças aos poderes regenerativos da sua antiga linhagem vampírica, e com o sangramento parado, a criatura, também muito fraca e cansada da luta interminável, começou a andar em direção ao anão que estava de pé não por conta própria, já que com a dor e os ferimentos já estava desmaiado, porém a sua vontade de vencer aquela criatura e o seu sangue com os genes dos mais poderosos slayers que a raça anã já virá, o deixava de pé pronto para enfrentar o monstruoso vampiro.
Felizmente, uma rajada de balas impediu que o barão chegasse no general anão. Era Ronard chegando para finalizar a criatura.
-Por Sigmar e por Khilgar! Eu te finalizarei criatura!
E correndo contra a criatura já fraca e incapaz de falar qualquer coisa por causa do cansaço, Ronard lançou vários ataques contra a criatura, que com o que restava de suas forças tentou atacar com suas garras, mas como a sua força já estava esgotada, o general humano conseguiu facilmente aparar o ataque com seu escudo e logo em seguida arrancou o segundo braço do grande morcego, que, não agüentando tantos ferimentos, caiu de costas no chão. Então Ronard pulou em cima do peito da criatura caída e com um poderoso grito enfiou a espada na cabeça do vampiro, matando-o
-Morra monstro infernal! E se você voltar eu, um guerreiro de Sigmar estará te esperando. Khilgar você esta bem... Khilgar!- percebendo que seu amigo estava em péssimas condições, chamou um gyrocoptero e pediu com que voltasse para a base com Khilgar enquanto examinava o castelo para ver se não achava nenhuma relíquia amaldiçoada.
Pós-guerra
Com a derrota da ameaça contra o Império, o imperador Karl Franz, deu ao general anão um local no império para formar um guilda de guerreiros para treinar os soldados do império com técnicas de batalha anãs. Também aumentou o comércio entre o Império e o clã dos Ironfist, com vários privilégios e desconto na compra de alimentos e outros tipos de suprimentos. E prometeu enviar qualquer ajuda militar em caso de guerra com outras raças, principalmente orcs e skavens.
A cabeça do barão Von Krusten, foi mandada para o cofre de Karag Drakk como prova de mais uma vitória para o clã dos Ironfist.
Último capitulo da saga dos Vampire Counts.
- Por Sigmar! Vencemos!! – Gritou Ronard para os seus soldados.
-General! Olhe no topo do castelo!
E olhando para o pico da torre negra, Ronard avistou duas figuras distorcidas, uma quase invisível e outra bem maior.
-O que será que é aquilo general?
- Pelo visto Khilgar conseguiu entrar no castelo....- derrepente aparece da entrada do castelo um anão correndo. Era Ragnar com um olhar de desespero.
-General! General! Rápido pegue um gyrocoptero e vá para o topo do castelo! Khilgar está lutando contra uma criatura horrenda!
Não é comum um anão pedir ajuda. E para Ragnar ter feito isso, a situação era mais que desesperadora. Ronard se assustou com um anão pedindo ajuda e desesperado, e sem perguntar o que tinha acontecido, sentiu que ele era mais do que preciso no topo daquele castelo. E pegando carona com um gyrocoptero, voou até o local da terrível batalha.
Khilgar estava com várias partes de sua armadura quebrada, e sem um machado, já que o mesmo estava preso nas costas do Varghulf, que, mesmo ferido em inúmeras partes do corpo, lutava sem sentir dor alguma. Segurando o seu machado com as duas mãos , num estilo de luta de um slayer, e com uma força incomum, Khilgar deu um golpe em um dos braços da criatura, arrancando-o e ficando coberto de um sangue grosso e escuro. E com um grito monstruoso, o vampiro mordeu um dos braços do poderoso anão, e balançando-o furiosamente jogou o anão no outro lado da arena. Graças a grande resistência a ataques físicos, Khilgar apenas quebrou o braço e deslocou o ombro, e mesmo com todos esses ferimentos ficou de pé. Meio cambaleante mas firme. O abertura no braço da criatura começou a se fechar graças aos poderes regenerativos da sua antiga linhagem vampírica, e com o sangramento parado, a criatura, também muito fraca e cansada da luta interminável, começou a andar em direção ao anão que estava de pé não por conta própria, já que com a dor e os ferimentos já estava desmaiado, porém a sua vontade de vencer aquela criatura e o seu sangue com os genes dos mais poderosos slayers que a raça anã já virá, o deixava de pé pronto para enfrentar o monstruoso vampiro.
Felizmente, uma rajada de balas impediu que o barão chegasse no general anão. Era Ronard chegando para finalizar a criatura.
-Por Sigmar e por Khilgar! Eu te finalizarei criatura!
E correndo contra a criatura já fraca e incapaz de falar qualquer coisa por causa do cansaço, Ronard lançou vários ataques contra a criatura, que com o que restava de suas forças tentou atacar com suas garras, mas como a sua força já estava esgotada, o general humano conseguiu facilmente aparar o ataque com seu escudo e logo em seguida arrancou o segundo braço do grande morcego, que, não agüentando tantos ferimentos, caiu de costas no chão. Então Ronard pulou em cima do peito da criatura caída e com um poderoso grito enfiou a espada na cabeça do vampiro, matando-o
-Morra monstro infernal! E se você voltar eu, um guerreiro de Sigmar estará te esperando. Khilgar você esta bem... Khilgar!- percebendo que seu amigo estava em péssimas condições, chamou um gyrocoptero e pediu com que voltasse para a base com Khilgar enquanto examinava o castelo para ver se não achava nenhuma relíquia amaldiçoada.
Pós-guerra
Com a derrota da ameaça contra o Império, o imperador Karl Franz, deu ao general anão um local no império para formar um guilda de guerreiros para treinar os soldados do império com técnicas de batalha anãs. Também aumentou o comércio entre o Império e o clã dos Ironfist, com vários privilégios e desconto na compra de alimentos e outros tipos de suprimentos. E prometeu enviar qualquer ajuda militar em caso de guerra com outras raças, principalmente orcs e skavens.
A cabeça do barão Von Krusten, foi mandada para o cofre de Karag Drakk como prova de mais uma vitória para o clã dos Ironfist.
Último capitulo da saga dos Vampire Counts.
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Re: O clã dos Ironfists
Outstanding, cara... demais... obrigado por mais esse belo capítulo....
- FernandoMooncry
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Re: O clã dos Ironfists
A partir de agora nas minhas estórias meus anões não entraram em guerra com outras raças, mas escreverei sobre aventuras que meu BSB (na estória o general do exercito Khilgar) fará. Nos próximos capítulos ele fará uma viagem para tentar controlar e entender sua frenesi que ocorre quando ele fica nervoso e/ou muito ferido. Ainda estou pensando o que acontecerá com o protagonista, e daqui a pouco começarei a escrever 
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Re: O clã dos Ironfists
O início de uma jornada
Já havia passado cerca de 10 anos desde a guerra contra os mortos. O Reino estava em paz e prosperidade, o comércio havia aumentado e muito ouro estava entrando no cofre de Karag Drakk. Porém um anão não estava satisfeito. Esse anão era Khilgar, general das tropas de Karag Drakk. Khilgar estava entediado, sua barba estava perdendo a sua cor dourada e dando lugar para uma cor amarela esbranquiçada, ele estava envelhecendo. Porém Khilgar estava mais sábio e habilidoso do que antes, e tinha treinado muitos anões na arte de duas armas e arma grande ou pesada. Mas uma coisa Khilgar ainda não controlava, o seu estado de frenesi.
Khilgar estava tendo sonhos estranhos ultimamente, a maioria acabava com um machado dourado escrevendo o símbolo do numero cem numa pedra, mas Khilgar nunca conseguia ver da onde era essa pedra ou de quem era esse machado. Entretanto numa noite ele conseguiu ver mais que normalmente, ele viu que o machado com duas laminas tinha um símbolo estranho, parecendo com a cabeça de um lobo numa das laminas e na outra lamina a cabeça de uma águia, e a pedra pertencia na verdade a uma estatua de um anão com um imenso moicano. O general resolveu procurar o anão mais sábio do reino, o runesmith Thurung Stoneface, que possuía a barba mais longa e branca do Reino inteiro.
-Um sonho muito intrigante meu caro general.... Um lobo e uma águia, e uma estatua com um moicano... Os únicos anões que usam moicanos são os slayers... E o que os símbolos significam... E os números?- então o velho anão levantou-se de sua cadeira e começou a procurar um livro que falava sobre símbolos e runas. - Aqui está! Esse tal machado era usado pelo nosso primeiro lorde slayer, Baragor, que foi passado pelo seu sucessor Ungrim Ironfist.
- Aye! Acho que meu ancestral quer que eu visite o nosso antigo reino! Karak Kadrin! E talvez eu até ache respostas para meu frenesi...
- Mas o que significa o número cem?
- A quantidade de machados que eu devo levar é obvio! Levarei 25 anões que usam machados gêmeos e 48 que usam os enormes machados!
Depois que o general anão informou Gurunir, o lorde de Karag Drakk, sobre o seu sonho, Khilgar e mais 73 dos seus melhores alunos partiram de Karag Drakk com destino ao seu antigo reino que agora é dominado por orcs e goblins.
Já havia passado cerca de 10 anos desde a guerra contra os mortos. O Reino estava em paz e prosperidade, o comércio havia aumentado e muito ouro estava entrando no cofre de Karag Drakk. Porém um anão não estava satisfeito. Esse anão era Khilgar, general das tropas de Karag Drakk. Khilgar estava entediado, sua barba estava perdendo a sua cor dourada e dando lugar para uma cor amarela esbranquiçada, ele estava envelhecendo. Porém Khilgar estava mais sábio e habilidoso do que antes, e tinha treinado muitos anões na arte de duas armas e arma grande ou pesada. Mas uma coisa Khilgar ainda não controlava, o seu estado de frenesi.
Khilgar estava tendo sonhos estranhos ultimamente, a maioria acabava com um machado dourado escrevendo o símbolo do numero cem numa pedra, mas Khilgar nunca conseguia ver da onde era essa pedra ou de quem era esse machado. Entretanto numa noite ele conseguiu ver mais que normalmente, ele viu que o machado com duas laminas tinha um símbolo estranho, parecendo com a cabeça de um lobo numa das laminas e na outra lamina a cabeça de uma águia, e a pedra pertencia na verdade a uma estatua de um anão com um imenso moicano. O general resolveu procurar o anão mais sábio do reino, o runesmith Thurung Stoneface, que possuía a barba mais longa e branca do Reino inteiro.
-Um sonho muito intrigante meu caro general.... Um lobo e uma águia, e uma estatua com um moicano... Os únicos anões que usam moicanos são os slayers... E o que os símbolos significam... E os números?- então o velho anão levantou-se de sua cadeira e começou a procurar um livro que falava sobre símbolos e runas. - Aqui está! Esse tal machado era usado pelo nosso primeiro lorde slayer, Baragor, que foi passado pelo seu sucessor Ungrim Ironfist.
- Aye! Acho que meu ancestral quer que eu visite o nosso antigo reino! Karak Kadrin! E talvez eu até ache respostas para meu frenesi...
- Mas o que significa o número cem?
- A quantidade de machados que eu devo levar é obvio! Levarei 25 anões que usam machados gêmeos e 48 que usam os enormes machados!
Depois que o general anão informou Gurunir, o lorde de Karag Drakk, sobre o seu sonho, Khilgar e mais 73 dos seus melhores alunos partiram de Karag Drakk com destino ao seu antigo reino que agora é dominado por orcs e goblins.
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Re: O clã dos Ironfists
Cerveja do Bugman
Já era o nono dia da viagem que dura mais ou menos 10 dias entre o reino de Karag Drakk e a grande montanha de Karak Kadrin( quase 2000 quilômetros de distancia. Uma caravana anã percorre 200 quilômetros por dia em média) . Khilgar e os seus 73 fiéis discípulos estavam ficando cansados de ficar sentados dentro de cachorras anãs sem fazer nada durante o dia, a não ser beber e contar vários contos de batalhas que seus ancestrais contavam aos pequeninos, mas nada podia impedir que o velho general anão chegasse ao seu destino. Com a noite chegando Khilgar decidiu acampar perto de um pequeno lago e saborear uma boa cerveja e comer uma carne de qualidade.
Depois da maioria dos anões estarem dormindo Khilgar ficou sozinho observando o mapa da viagem, quando pegou a sua caneca de cerveja e colocou perto da boca percebeu que o aroma de sua bebida estava um pouco diferente, foi quando ele notou que a sua caneca tinha um enorme B dourado num dos lados, foi quando ouviu uma voz vindo das arvores:
-Beba um pouco da famosa cerveja da Cervejaria do Bugman antes que a morte honrada lhe alcance general!- Era o próprio Bugman que passava pelo acampamento.
Sem perder tempo Khilgar bebeu toda a bebida de sua caneca premiada, então falou:
-Sem dúvidas essa é a melhor cerveja desde os tempos das primeiras escrituras do Dammaz Kron (Book of Grudges , não sei traduzir isso para o português), obrigado grande Bugm...- Então Khilgar cai num sono profundo.
-Durma general, amanhã você e seus homens terão muito trabalho pela frente, que o ódio pelo inimigo faça você triunfar- Disse o ranger antes de entrar de novo nas florestas.
Com a caravana de volta as estradas, Khilgar ficou se perguntando se aquilo fora um sonho, realidade ou efeito da cerveja, mas de uma coisa ele tinha certeza: o ranger Bugman só aparece antes de grandes batalhas, normalmente contra goblins ou orcs. Foi quando Khilgar avistou um enorme acampamento orc nas portas de Karak Kadrin.
- Brondor a luneta! – gritou Khilgar para um de seus discípulos.
- Qual o problema general? O que o senhor vê?
- Eu vejo... uma cena que eu não esperava ver... Karak Kadrin vive!
Pelo incrível que parece Karak Kadrin ainda estava de pé, os reinos estavam enganados, a moradia dos slayers estava sobe cerco orc a tanto tempo que os reinos anões teriam pensado que Karak Kadrin pertencia aos orcs sujos
- Por que eles não pediram ajuda aos outros reinos? Não importa... temos que ajudar nossos irmãos! Anões de Karag Drakk! Marchem! Nossos irmãos precisam de nossa ajuda!
Então Khilgar marchou em direção ao campo de batalha que devia durar anos e anos, mas pronto para se juntar ao seu clã.
Luta por Karak Kadrin
Com o sol brilhando no enorme céu azul do Velho Mundo, Khilgar e sua pequena tropa ia a pé pelo canto do campo de batalha esperando o momento e o lugar exato para avançar nas linhas orcs e distribuir o pânico no resto das unidades das feras verdes.
Chegando na outra ponta do exercito inimigo, Khilgar decidiu avançar pelos flancos. E assim ele fez:
-AVANÇAR!! – Gritou Khilgar enquanto corria, junto com seus 73 discípulos, por uma colina em direção aos seus inimigos.
Com os gritos ensurdecedores e a carga furiosa no flano dos inimigos, o general anão e seus soldados iam cortando e arrebentando os ossos e os músculos dos monstros verdes, e como todos usavam as melhores armaduras de Karag Drakk, nenhuma arma orc conseguia ferir mortalmente um guerreiro de Khilgar. Com o pânico distribuído pelo exercito inimigo, os slayer de Karak Kadrin e os guerreiros de Khilgar finalmente conseguiram afastar os orcs de volta para o seu acampamento. O general de Karag Drakk conseguiu sozinho, 50 cabeças orcs naquele dia, e um soldado ferido. Mas a guerra ainda não acabaou, era à hora de levar a batalha até os inimigos.
- Quem é você poderoso general?- Perguntou um slayer cheio de braceletes e símbolos em ouro, com um enorme martelo nas costas. Parecia ser o general da montanha dos slayers.
- Eu sou Khilgar, do clã dos Ironfist, general de Karag Drakk. Eu estou liderando uma expedição até o meu antigo reino. Karak Kadrin.
- HÁ! Então você é um dos que fugiram para as montanhas do oeste? Junto com Gurunir?
- Eu não fugi! Eu saí de um reino de slayers junto com o meu rei procurando retomar a honra do clã dos Ironfist! E meu reino agora prospera com várias rotas comerciais com outros reinos anões das Grey Mountains e com o Império.
- Que bom que você conseguiu o seu objetivo general, mas saiba que o seu reino atual nunca vai conseguir chegar aos pés dos Antigos Reinos. Mas isso não importa agora, temos uma guerra para vencer, e sua ajuda será necessária para derrotar os peles-verdes e então poderemos riscar um erro que esse povo cometeu com nosso clã!
-E como eu devo te chamar general slayer?
-Me chame de Grong.
-Aye
Então com o clã unido, Khilgar e o general slayer Grong marcharam até o acampamento orc, que ficava a poucos quilômetros da entrada de Karak Kadrin. O exercito anão chegou quando o dia estava virando noite, e eles só conseguiam ver o acampamento orc por causa das luzes que as enormes fogueiras faziam.
- Anões, vamos usar ataque furtivo, vamos fazer uso das bombas de fogo (sacos feitos com pele de bode cheios de óleo ou líquidos inflamáveis, colocando fogo na ponto vira uma ótima granada incendiaria) – Disse Grong para os seus guerreiros.- Khilgar fique pronto para invadir a base assim que os orcs entrarem em pânico por causa do fogo
Enquanto os orcs se distraiam lutando entre si ou tentando comer seus pequenos primos, os anões preparavam a sua emboscada. Khilgar estava preparando a sua tropa quando ele recebe o sinal de ataque, e arrebentando a parede lateral da base orc, ele se depara com uma base totalmente no caos, orcs correndo pegando fogo, goblins fugindo desesperadamente e muitas cabanas em chamas. Foi um trabalho relativamente fácil para os anões, que apenas foram finalizando aquelas pobres criaturas em pânico. Khilgar ia terminando os inimigos verdes quando viu uma incrível batalha sendo realizada em cima de um lugar parecendo com uma torre de vigia. Era Grong lutando contra o War Boss daquela tribo orc. Grong se movia muito rápido, desviando de todos os ataques que a besta lançava contra ele. O slayer usava um pequeno martelo, daqueles parecidos com os martelos dos ferreiros, mas com esse martelo fazia coisas incríveis. Acertando os pontos mais frágeis do orc, vértebras e órgãos sensíveis, o slayer conseguiu, literalmente, desmontar a criatura, e depois pegando um grande martelo nas suas costas arrebentou a cabeça esverdeada do monstro, finalizando o cerco de Karak Kadrin.
Já era o nono dia da viagem que dura mais ou menos 10 dias entre o reino de Karag Drakk e a grande montanha de Karak Kadrin( quase 2000 quilômetros de distancia. Uma caravana anã percorre 200 quilômetros por dia em média) . Khilgar e os seus 73 fiéis discípulos estavam ficando cansados de ficar sentados dentro de cachorras anãs sem fazer nada durante o dia, a não ser beber e contar vários contos de batalhas que seus ancestrais contavam aos pequeninos, mas nada podia impedir que o velho general anão chegasse ao seu destino. Com a noite chegando Khilgar decidiu acampar perto de um pequeno lago e saborear uma boa cerveja e comer uma carne de qualidade.
Depois da maioria dos anões estarem dormindo Khilgar ficou sozinho observando o mapa da viagem, quando pegou a sua caneca de cerveja e colocou perto da boca percebeu que o aroma de sua bebida estava um pouco diferente, foi quando ele notou que a sua caneca tinha um enorme B dourado num dos lados, foi quando ouviu uma voz vindo das arvores:
-Beba um pouco da famosa cerveja da Cervejaria do Bugman antes que a morte honrada lhe alcance general!- Era o próprio Bugman que passava pelo acampamento.
Sem perder tempo Khilgar bebeu toda a bebida de sua caneca premiada, então falou:
-Sem dúvidas essa é a melhor cerveja desde os tempos das primeiras escrituras do Dammaz Kron (Book of Grudges , não sei traduzir isso para o português), obrigado grande Bugm...- Então Khilgar cai num sono profundo.
-Durma general, amanhã você e seus homens terão muito trabalho pela frente, que o ódio pelo inimigo faça você triunfar- Disse o ranger antes de entrar de novo nas florestas.
Com a caravana de volta as estradas, Khilgar ficou se perguntando se aquilo fora um sonho, realidade ou efeito da cerveja, mas de uma coisa ele tinha certeza: o ranger Bugman só aparece antes de grandes batalhas, normalmente contra goblins ou orcs. Foi quando Khilgar avistou um enorme acampamento orc nas portas de Karak Kadrin.
- Brondor a luneta! – gritou Khilgar para um de seus discípulos.
- Qual o problema general? O que o senhor vê?
- Eu vejo... uma cena que eu não esperava ver... Karak Kadrin vive!
Pelo incrível que parece Karak Kadrin ainda estava de pé, os reinos estavam enganados, a moradia dos slayers estava sobe cerco orc a tanto tempo que os reinos anões teriam pensado que Karak Kadrin pertencia aos orcs sujos
- Por que eles não pediram ajuda aos outros reinos? Não importa... temos que ajudar nossos irmãos! Anões de Karag Drakk! Marchem! Nossos irmãos precisam de nossa ajuda!
Então Khilgar marchou em direção ao campo de batalha que devia durar anos e anos, mas pronto para se juntar ao seu clã.
Luta por Karak Kadrin
Com o sol brilhando no enorme céu azul do Velho Mundo, Khilgar e sua pequena tropa ia a pé pelo canto do campo de batalha esperando o momento e o lugar exato para avançar nas linhas orcs e distribuir o pânico no resto das unidades das feras verdes.
Chegando na outra ponta do exercito inimigo, Khilgar decidiu avançar pelos flancos. E assim ele fez:
-AVANÇAR!! – Gritou Khilgar enquanto corria, junto com seus 73 discípulos, por uma colina em direção aos seus inimigos.
Com os gritos ensurdecedores e a carga furiosa no flano dos inimigos, o general anão e seus soldados iam cortando e arrebentando os ossos e os músculos dos monstros verdes, e como todos usavam as melhores armaduras de Karag Drakk, nenhuma arma orc conseguia ferir mortalmente um guerreiro de Khilgar. Com o pânico distribuído pelo exercito inimigo, os slayer de Karak Kadrin e os guerreiros de Khilgar finalmente conseguiram afastar os orcs de volta para o seu acampamento. O general de Karag Drakk conseguiu sozinho, 50 cabeças orcs naquele dia, e um soldado ferido. Mas a guerra ainda não acabaou, era à hora de levar a batalha até os inimigos.
- Quem é você poderoso general?- Perguntou um slayer cheio de braceletes e símbolos em ouro, com um enorme martelo nas costas. Parecia ser o general da montanha dos slayers.
- Eu sou Khilgar, do clã dos Ironfist, general de Karag Drakk. Eu estou liderando uma expedição até o meu antigo reino. Karak Kadrin.
- HÁ! Então você é um dos que fugiram para as montanhas do oeste? Junto com Gurunir?
- Eu não fugi! Eu saí de um reino de slayers junto com o meu rei procurando retomar a honra do clã dos Ironfist! E meu reino agora prospera com várias rotas comerciais com outros reinos anões das Grey Mountains e com o Império.
- Que bom que você conseguiu o seu objetivo general, mas saiba que o seu reino atual nunca vai conseguir chegar aos pés dos Antigos Reinos. Mas isso não importa agora, temos uma guerra para vencer, e sua ajuda será necessária para derrotar os peles-verdes e então poderemos riscar um erro que esse povo cometeu com nosso clã!
-E como eu devo te chamar general slayer?
-Me chame de Grong.
-Aye
Então com o clã unido, Khilgar e o general slayer Grong marcharam até o acampamento orc, que ficava a poucos quilômetros da entrada de Karak Kadrin. O exercito anão chegou quando o dia estava virando noite, e eles só conseguiam ver o acampamento orc por causa das luzes que as enormes fogueiras faziam.
- Anões, vamos usar ataque furtivo, vamos fazer uso das bombas de fogo (sacos feitos com pele de bode cheios de óleo ou líquidos inflamáveis, colocando fogo na ponto vira uma ótima granada incendiaria) – Disse Grong para os seus guerreiros.- Khilgar fique pronto para invadir a base assim que os orcs entrarem em pânico por causa do fogo
Enquanto os orcs se distraiam lutando entre si ou tentando comer seus pequenos primos, os anões preparavam a sua emboscada. Khilgar estava preparando a sua tropa quando ele recebe o sinal de ataque, e arrebentando a parede lateral da base orc, ele se depara com uma base totalmente no caos, orcs correndo pegando fogo, goblins fugindo desesperadamente e muitas cabanas em chamas. Foi um trabalho relativamente fácil para os anões, que apenas foram finalizando aquelas pobres criaturas em pânico. Khilgar ia terminando os inimigos verdes quando viu uma incrível batalha sendo realizada em cima de um lugar parecendo com uma torre de vigia. Era Grong lutando contra o War Boss daquela tribo orc. Grong se movia muito rápido, desviando de todos os ataques que a besta lançava contra ele. O slayer usava um pequeno martelo, daqueles parecidos com os martelos dos ferreiros, mas com esse martelo fazia coisas incríveis. Acertando os pontos mais frágeis do orc, vértebras e órgãos sensíveis, o slayer conseguiu, literalmente, desmontar a criatura, e depois pegando um grande martelo nas suas costas arrebentou a cabeça esverdeada do monstro, finalizando o cerco de Karak Kadrin.
GRAB AN AXE AND FINISH YOUR BEER!! NOW LET'S CUT OUT SOME GREENSKIN'S EARS!!
Prepare thyself for battle, steel yourself for slaughter and war-unending!
Prepare thyself for battle, steel yourself for slaughter and war-unending!
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Re: O clã dos Ironfists
À volta para Karak Kadrin
- Obrigado por nos ajudar general Khilgar. – Disse o poderoso general slayer Grong
- Fiz o mínimo para ajudar um membro do clã. – Respondeu o general de Karag Drakk
- Vamos voltar para Karak Kadrin, o Lorde precisa falar com você, para saber mais sobre o seu reino e o motivo de sua vinda.
Então as duas forças anãs partiram em direção ao grande reino dos slayers, aquele que tinha sido considerado destruído pelos outros reinos anões.
Grande parte do reino estava destruído, o cheiro podre dos corpos em decomposição faria o mais resistente dos anões vomitar, mas os slayers que ali estavam e os guerreiros escolhidos a dedo por Khilgar nem reclamaram. Enquanto caminhavam até a sala do trono, os anões foram conversando e discutindo sobre vários assuntos...
- Parece que vocês terão um grande trabalho reconstruindo a sua fortaleza general Grong
- E como teremos Khilgar, e como teremos... Felizmente os malditos orcs não conseguiram passar do portão principal. Seria uma pena ter que tacar fogo em todo o reino para tirar esse cheiro nojento dessas pragas verdes.
- Me diga Grong, por que vocês não pediram ajuda para os outros reinos anões, que, pela falta de noticia, consideraram o reino de Karak Kadrin destruído.
- O que? Nós mandamos vários girocopteros a caminho da capital! Estávamos pensando que os reinos anões estavam enviando reforços! Sorte que um grande grupo de slayers que migram para cá para visitar o Altar dos Slayers e vocês apareceram a tempo de nos ajudar. O que será que aconteceu com os mensageiros... Pronto! Chegamos à sala do trono.
A sala do trono era um lugar com um comprido corredor, esqueletos orcs decoravam o salão inteiro, e no final do corredor tinha um grande trono de outro com uma cabeça de dragão no topo do trono, e sentado neste estava o poderoso lorde de Karak Kadrin, Ungrim Ironfist, com uma barba laranja avermelhada que era um pouco maior que ele.
Ajoelhando-se aos pés da escada do trono Khilgar começou:
- Aqui estou. Khilgar Ironfist, descendente direto do lorde Baragor. General do grande reino de Karag Drakk, cujo lorde é o poderoso Gurunir Ironfist a...
- Aquele que abandonou o próprio clã e a sua responsabilidade de ajudar os outros clãs a manter a passagem livre dos orcs! A sua saída diminuiu bastante a defesa da passagem, e também do reino. Resultando na perca de centenas de vidas valiosas para o reino e para a sociedade anã! – Disse o furioso lorde Ungrim Ironfist
- O meu lorde abandonou o reino para limpar o nome do clã! Que a muitas gerações é considerado como um clã de slayers, um clã sem honra! E graças à sabedoria do meu lorde o nosso clã recuperou a honra e o seu nome foi reescrito no livro dos clãs mais poderosos da sociedade anã!
-... Isso não é importante agora... – resmungou o lorde anão- Fui informado que você ajudou meu general a expulsar os malditos orcs do meu reino. Obrigado por ter arriscado a sua vida e a de seus homens pela liberação do reino. Mas o que você faz aqui?
- Eu vim seguindo um sonho... Eu vim controlar o meu espírito slayer, o meu estado de frenesi. Vim à procura do caminho do slayer.
O Caminho do Slayer: introdução
- Então você quer se transformar num slayer? – Perguntou o Lorde de Karak Kadrin para Khilgar
- Não, eu quero controlar o meu frenesi. Eu quero saber utilizá-lo na batalha ao meu favor!
- Bom Khilgar... Isso será um pouco complicado... Muitos slayers simplesmente não controlam o seu frenesi. Só os mais experientes conseguem conseguir isso.
- Eu quero conseguir isso! Os meus ancestrais foram slayers muito poderosos! E eu quero ser no mínimo tão poderoso quanto eles!
- Você terá uma grande jornada pela frente então Khilgar... Muito de nós conseguimos controlar o nosso frenesi lutando contra um dragão, por que só assim conseguimos enfrentar um monstro tão forte que consegue nos deixar perto da morte, porém honrado o bastante para não nos matar enquanto estamos caídos ou nos recuperando, diferente da maioria das feras que rondam pelas montanhas do Velho Mundo.
- HÁ! Eu sou um anão muito forte! Já derrotei exércitos inteiros de skavens, orcs e vampiros!
- É o que veremos! Há muito tempo existiu um dragão que poupou a minha vida, e me fez o anão que eu sou hoje! Demos o nome dele de Ghal Durak (Crânio Duro). Ele fica bem ao norte desse Reino, perto do suposto reino de... Karak Vlag...
- Karak Vlag!? O Reino Perdido de Karak Vlag!? Fortaleza dos malditos anões do caos?-disse com um tom diferente o poderoso general Khilgar. Terríveis estórias são contadas sobre esse reino. Muitos dizem que é um reino amaldiçoado, outros que foi sugado completamente para dentro do reino do caos. Mas o mais acreditado que é a moradia dos malditos anões do caos
- Entendo o seu medo... Mas se você quiser se tornar um líder que consegue controlar o seu frenesi é melhor você passar por esse risco.
- Eu não tenho medo! E eu irei sozinho para cumprir essa missão. Por favor, meu lorde, permita que meus estudantes permaneçam aqui em seu reino até que eu volte
- Tudo bem, eles ficarão bem protegidos e ajudarão com a limpeza do reino.
Antes de sair Khilgar pediu que um estudante fosse até o reino de Karag Drakk avisar que ele estava partindo para uma importante jornada, e que talvez encontrasse o destino que um slayer está sempre procurando, a morte em batalha. Pediu também que avisasse ao reino que Karak Kadrin sempre esteve de pé. Depois disso Khilgar foi até o runesmith do reino para ter o seu equipamento reparado. Quando estava saindo, muitos slayers, inclusive Grong, lhe deram mantimentos e colares com runas de proteção. Muitos sabiam que ele iria de encontro com a morte.
Com os equipamentos reforçados e com mantimentos suficientes para a sua jornada, Khilgar partiu rumo ao norte, rumo ao reino perdido de Karak Vlag. Ele sabia que seria uma viagem perigosa, mas não tinha a menor noção do que ele encontrará no seu caminho.
Queria escrever um pouco mais, mas a semana foi um pouco cheia pra mim (e a preguiça não ajuda também)!
- Obrigado por nos ajudar general Khilgar. – Disse o poderoso general slayer Grong
- Fiz o mínimo para ajudar um membro do clã. – Respondeu o general de Karag Drakk
- Vamos voltar para Karak Kadrin, o Lorde precisa falar com você, para saber mais sobre o seu reino e o motivo de sua vinda.
Então as duas forças anãs partiram em direção ao grande reino dos slayers, aquele que tinha sido considerado destruído pelos outros reinos anões.
Grande parte do reino estava destruído, o cheiro podre dos corpos em decomposição faria o mais resistente dos anões vomitar, mas os slayers que ali estavam e os guerreiros escolhidos a dedo por Khilgar nem reclamaram. Enquanto caminhavam até a sala do trono, os anões foram conversando e discutindo sobre vários assuntos...
- Parece que vocês terão um grande trabalho reconstruindo a sua fortaleza general Grong
- E como teremos Khilgar, e como teremos... Felizmente os malditos orcs não conseguiram passar do portão principal. Seria uma pena ter que tacar fogo em todo o reino para tirar esse cheiro nojento dessas pragas verdes.
- Me diga Grong, por que vocês não pediram ajuda para os outros reinos anões, que, pela falta de noticia, consideraram o reino de Karak Kadrin destruído.
- O que? Nós mandamos vários girocopteros a caminho da capital! Estávamos pensando que os reinos anões estavam enviando reforços! Sorte que um grande grupo de slayers que migram para cá para visitar o Altar dos Slayers e vocês apareceram a tempo de nos ajudar. O que será que aconteceu com os mensageiros... Pronto! Chegamos à sala do trono.
A sala do trono era um lugar com um comprido corredor, esqueletos orcs decoravam o salão inteiro, e no final do corredor tinha um grande trono de outro com uma cabeça de dragão no topo do trono, e sentado neste estava o poderoso lorde de Karak Kadrin, Ungrim Ironfist, com uma barba laranja avermelhada que era um pouco maior que ele.
Ajoelhando-se aos pés da escada do trono Khilgar começou:
- Aqui estou. Khilgar Ironfist, descendente direto do lorde Baragor. General do grande reino de Karag Drakk, cujo lorde é o poderoso Gurunir Ironfist a...
- Aquele que abandonou o próprio clã e a sua responsabilidade de ajudar os outros clãs a manter a passagem livre dos orcs! A sua saída diminuiu bastante a defesa da passagem, e também do reino. Resultando na perca de centenas de vidas valiosas para o reino e para a sociedade anã! – Disse o furioso lorde Ungrim Ironfist
- O meu lorde abandonou o reino para limpar o nome do clã! Que a muitas gerações é considerado como um clã de slayers, um clã sem honra! E graças à sabedoria do meu lorde o nosso clã recuperou a honra e o seu nome foi reescrito no livro dos clãs mais poderosos da sociedade anã!
-... Isso não é importante agora... – resmungou o lorde anão- Fui informado que você ajudou meu general a expulsar os malditos orcs do meu reino. Obrigado por ter arriscado a sua vida e a de seus homens pela liberação do reino. Mas o que você faz aqui?
- Eu vim seguindo um sonho... Eu vim controlar o meu espírito slayer, o meu estado de frenesi. Vim à procura do caminho do slayer.
O Caminho do Slayer: introdução
- Então você quer se transformar num slayer? – Perguntou o Lorde de Karak Kadrin para Khilgar
- Não, eu quero controlar o meu frenesi. Eu quero saber utilizá-lo na batalha ao meu favor!
- Bom Khilgar... Isso será um pouco complicado... Muitos slayers simplesmente não controlam o seu frenesi. Só os mais experientes conseguem conseguir isso.
- Eu quero conseguir isso! Os meus ancestrais foram slayers muito poderosos! E eu quero ser no mínimo tão poderoso quanto eles!
- Você terá uma grande jornada pela frente então Khilgar... Muito de nós conseguimos controlar o nosso frenesi lutando contra um dragão, por que só assim conseguimos enfrentar um monstro tão forte que consegue nos deixar perto da morte, porém honrado o bastante para não nos matar enquanto estamos caídos ou nos recuperando, diferente da maioria das feras que rondam pelas montanhas do Velho Mundo.
- HÁ! Eu sou um anão muito forte! Já derrotei exércitos inteiros de skavens, orcs e vampiros!
- É o que veremos! Há muito tempo existiu um dragão que poupou a minha vida, e me fez o anão que eu sou hoje! Demos o nome dele de Ghal Durak (Crânio Duro). Ele fica bem ao norte desse Reino, perto do suposto reino de... Karak Vlag...
- Karak Vlag!? O Reino Perdido de Karak Vlag!? Fortaleza dos malditos anões do caos?-disse com um tom diferente o poderoso general Khilgar. Terríveis estórias são contadas sobre esse reino. Muitos dizem que é um reino amaldiçoado, outros que foi sugado completamente para dentro do reino do caos. Mas o mais acreditado que é a moradia dos malditos anões do caos
- Entendo o seu medo... Mas se você quiser se tornar um líder que consegue controlar o seu frenesi é melhor você passar por esse risco.
- Eu não tenho medo! E eu irei sozinho para cumprir essa missão. Por favor, meu lorde, permita que meus estudantes permaneçam aqui em seu reino até que eu volte
- Tudo bem, eles ficarão bem protegidos e ajudarão com a limpeza do reino.
Antes de sair Khilgar pediu que um estudante fosse até o reino de Karag Drakk avisar que ele estava partindo para uma importante jornada, e que talvez encontrasse o destino que um slayer está sempre procurando, a morte em batalha. Pediu também que avisasse ao reino que Karak Kadrin sempre esteve de pé. Depois disso Khilgar foi até o runesmith do reino para ter o seu equipamento reparado. Quando estava saindo, muitos slayers, inclusive Grong, lhe deram mantimentos e colares com runas de proteção. Muitos sabiam que ele iria de encontro com a morte.
Com os equipamentos reforçados e com mantimentos suficientes para a sua jornada, Khilgar partiu rumo ao norte, rumo ao reino perdido de Karak Vlag. Ele sabia que seria uma viagem perigosa, mas não tinha a menor noção do que ele encontrará no seu caminho.
Queria escrever um pouco mais, mas a semana foi um pouco cheia pra mim (e a preguiça não ajuda também)!
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